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terça-feira, 24 de abril de 2012

Boca grande

Que nervos que me dá! Que nervos! 

Sei que quando se escreve por aqui, ou qualquer outro sitio da world wide web não posso ter qualquer expectativa de privacidade. E juro, juro que não tenho. 
Procuro escrever no semi anonimato aqui, o que me apetecer. E noutros lados, sem anonimato, mas com o mínimo de privacidade... Algo do género, vê quem eu quero e está ligado a mim nesta "teia". 
Até porque existem declarações de privacidade por algum motivo.

Portanto dá-me nervos. Dá-me calores. Dá-me... Eu sei lá, saber que escrevo coisas, partilho pensamentos, seja em forma de desabafo, fotografia, música ou poema e alguém, que só assim por acaso me é próximo, vai e agarra neles e vai mostrá-los a outro alguém, que também só assim por acaso não se fala comigo.

Para quê? Depois fala em confiança...
Se eu quisesse partilhar com alguém em particular, eu agarrava neles e partilhava com determinada pessoa. Não o fazendo, é porque não o quero. E se determinada pessoa não se dá comigo, não tem de saber da minha vida. Ainda para mais quando foi essa determinada pessoa que decidiu não querer saber nada.
Portanto não tem de saber. E é um pedido que já foi feito quinhentas vezes. E quinhentas vezes respondido que não era nada partilhado. E que não sabia. Para quinhentas vezes depois eu vir a saber que sabe e é partilhado. Sempre pela mesma pessoa. Sempre quem me responde que não partilha. Sempre por quem me pede confiança.

AAAAAAAHHHHHHHHHHH!




sábado, 9 de abril de 2011

Sushi

É bom ser feliz! =)

quinta-feira, 31 de março de 2011

É simples...

... é simples, desligar. Dizer coisas boca fora, falar da importância e da presença da pessoa na nossa vida, e uns tempos mais à frente, dizer e sentir o oposto. É normal. É esperado. É simples!

A simplicidade salta janela fora quando o que dizemos envolve o outro. E não é porque o outro é complicado. O tempo passa, sentimentos evoluem.. Para maior ou menor aproximação.
Mas talvez o outro não esteja no grau de distanciamento que estamos. E talvez nunca tenha querido esse distanciamento. E a simplicidade foi com os porcos. Porque o outro ainda continua a tentar. Talvez fruto de um certo autismo. Ou o autismo é nosso.

Estranho é que, de uma grande aproximação, passamos para um não querer saber o que o outro poderá sentir. Porque para nós é simples. E o que pensamos, vale sempre mais do que o que o outro pensa. E nem queremos lá muito saber, o que pensa o outro. Não é o que nós pensamos e isso é portanto, problema e complicação dele.

Não interessa o que dissemos. Não interessa nada do que está para trás. Interessa o agora. E agora, não estamos interessados.

...
...
...

Simples, uma merda!








[as amizades estimam-se e não tomadas como garantidas]

segunda-feira, 21 de março de 2011

Parte. Dois.

E ainda agora me lembro do que não custa.

terça-feira, 15 de março de 2011

Dividir

Desligar não é fácil. Mas assim que se pensa que já se desligou, há um qualquer clic e volta um estado suspenso, enquanto se procura a hibernação. Passado e futuro juntam-se no presente, suspenso. Parece ontem e o amanhã, ainda não está ao virar da esquina.
Todos os dias, não é fácil.  O humor de vez em quando varia, cá dentro. E por vezes pergunto se não foi demasiado fácil. Mas vou deixando estar: ainda agora não é tempo de decisões [não fui feita com botão off].

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Não dá...

Sábado. Um pouco antes das 8h da manhã.

Acordei com um "toc, toc, toc" na porta, que já vinha a ouvir à não sei quanto tempo no mundo dos sonhos. Mais uma vez- toc, toc, toc. Olhei para o relógio e vejo que nem 8h da manhã são. Espero mais um pouco deitada na cama, a ver se quem quer que seja que está a bater à porta pára.
Toc, Toc, Toc. Consigo perceber que não estão a bater à minha porta, mas oiço como se fosse mesmo aqui ao lado. Mais uma vez, toc toc toc. Começo a ficar irritada, pelo barulho e mais ainda quando percebo que isto só pode ser mais uma cena dos tais queridos vizinhos que tenho.
Levanto-me e abro a porta de casa. Fico à escuta, mas pararam. Espero mais um bocado e recomeça. Desta vez, mudou para um bater mais forte - pum pum pum "Abre a porta!" Fico à espera que quem quer que seja que esteja dentro de casa abra a porta à mulher, mas nada. E ela volta a bater. Do outro lado não há resposta. Ela bate mais uma vez e eu passo-me.

Com muito pouca calma e uns quantos "foda-se" à mistura, ensinei a senhora a fazer uso da campainha de casa, em vez de andar aos murros à porta e expliquei-lhe que para a próxima ligo directamente para a GNR. E com isto, o senhor seu esposo, imediatamente abriu-lhe a porta de casa. De dentro de casa, desde então não se ouviu nem mais um pio.

Irritada, por estas cenas serem constantes já não consegui voltar para a cama.
Já disse que tenho um péssimo humor quando sou acordada com merdas destas?

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Originalidade

Há momentos, pessoas, sentimentos, músicas, filmes, etc. que, por um motivo ou outro, nos tocam mais profundamente e ficam na memória.
Acabamos por gostamos de revisitar esses momentos e ligar os sentimentos a essa memória. Muitas vezes sem qualquer motivo em particular.

Mas às vezes também acontece manter o momento ligado a uma memória... Só que alterando a memória. Ou esquecendo o momento...

Gira a falta de originalidade das pessoas, por vezes.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Remar contra a maré

Farta da situação e procurando algum senso nesta confusão, decidi falar, apesar de ter prometido a mim mesma que me iria abster...

Ele, teimoso que nem uma mula, não ouvia metade, senhor e dono da razão. Ela espicaçava-o e pelo meio aproveitava para descarregar o que vinha a acumular, mas que nada tinha haver com o assunto. Não gostou quando lhe pedi que parasse.

No final, ele continuava senhor e dono da razão. E ela, apesar da idade, adoptou uma postura infantil, criticando por a ter mandado parar e aproveitando para distribuir mais culpa, desta vez dividida entre mim e ele. Engoli a irritação e desisti.

Já devia saber que o resultado ia ser este. Why bother?

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Resoluções de Ano Novo

Agora que 2011 está a poucas horas de começar e este ano está quase a acabar, aqui deixo a minha resolução de Ano Novo:


Ir à Escócia e à Irlanda, nas minhas próximas férias...

Para compensar não ter ido agora porque estou doente em casa!
Só de pensar que a esta hora já lá podia estar... Bah!




Feliz Ano Novo a tod@s!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Infortúnios, pós Natal

Depois do Natal passado em frente à lareira com a família, regressei ao sul, pronta para aproveitar os próximos 15 dias de férias...
Já com tudo planeado, aproveitando os primeiros dias para descansar, seguidos do último passeio do ano e também o primeiro do seguinte, dando assim utilidade às minhas férias, fiquei doente... Com amigdalite! Aquela doença que os mais pequenos e as suas mães tem muito... E eu não faço parte de nenhum desses grupos. Oh sorte!

Agora fico para aqui estendida, à espera que até à passagem de ano me passe a doença para poder ir aproveitar a última viagem do ano... Será que vou conseguir?


Ou espera-me uma passagem de ano enfiada em casa, numa video-chamada para a restante familia e amigos, que entretanto também ficaram doentes e por isso também estão destinados a passar o ano em casa, de sofá?

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Mudança de hora



Se nos últimos tempos andava a acordar cedo, por nenhum motivo em particular, desde que a hora mudou então nem se fala...

Ontem, sem nada para fazer, acordei  um pouco antes das 9h... O meu mal foi ter olhado para o relógio, que indicava que eram quase 10h e eu pensei com os meus botões, que 10h era uma hora decente para me levantar. Depois é que olhei para o telemóvel e me recordei que durante a noite tinhamos mudado de hora... E assim não dormi mais do que umas míseras 5 horas durante a noite...

E hoje ainda nem 8h da manhã eram e já eu estava de olhos abertos... Acabei por agarrar em mim e ir passear junto ao rio, atravessar a ponte romana para lá e para cá, as gaivotas pousadas em cima dos candeeiros e aquecer-me no sol da manhã. Mas melhor que tudo foi não haver quase ninguém na rua. Faltou ter levado a máquina, mas aquela hora madrugadora uma pessoa não se pode recordar de tudo.

Não sei exactamente porque ando a acordar tão cedo... Penso que é porque, agora que a hora mudou, entra muito mais luminosidade pelo meu quarto, a horas mais madrugadoras... A este ritmo quase que começo a desejar é que os dias fiquem rapidamente cada vez mais curtos. Ao menos assim, penso que iria conseguir dormir alguma coisa de jeito!

Confesso que é bastante frustrante acordar a estas horas a um feriado...

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O tempo voa! Se voa!

Detesto dias em que chego a casa tarde, cabeça a mil. Em que o único tempo que tem para se falar de trabalho é mesmo depois do horário de trabalho. Em que devia ir dormir porque amanhã há trabalho, mas prefiro desperdiçar tempo em frente à tv ou ao computador. Para ter finalmente um tempo só meu. Para tentar [em vão] relaxar.
Mas acima de tudo isto, detesto é começar a pensar logo em tudo o que já [ainda] tenho para fazer amanhã. E ultimamente tenho tido muitos dias assim...


Aaaaargh! Cérebro... Desliga! Eu ordeno-te!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Mudasti!!

Para começar, deixem-me esclarecer que sou contra esta palavra entrar para o dicionário da Língua Portuguesa! Que palhaçada... Agora adiante.

Chega de fazer manhãs, tardes e noites tudo na mesma semana. Chega de 8 horas de trabalho de e em stress. De estar pelos cabelos e só de pensar em ir, ter o dia estragado. Chega de fins de semana ocupados. De não ter vida própria, não poder estar com ninguém ou ir a qualquer lado. Chega!

Comecei hoje no meu novo posto de trabalho.
Finalmente um horário fixo e normal. E fins de semana livres!

"Tou tão contentinha!" [como alguém diria]

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

O tempo

A comunicação alterou-se. Fala-se mais por mensagem, através do ecrã. Já não há olhos nos olhos ou sequer o som da voz. Pouco se tem a dizer e o que se diz muitas vezes é entendido, não da forma como se pensa estar a transmitir.

Os laços mudam e a mente esquece, desiste, apaga. O espaço físico importa e ajuda.

Quando se volta a ver... Foi morto. E um vazio.

sábado, 8 de maio de 2010

Mágico

Florence + The Machine - Dog Days Are Over
Tão boa que até tem direito a dois videos oficiais!


Apetece-me ser criança ao ouvir esta música. E noutras noticias, vem ao Optimus Alive! =)

sábado, 1 de maio de 2010

Ainda sem nome

A minha futura bichana. Ainda não tem nome e ainda não a tenho comigo. Mas já está escolhida e é a minha gata!

Digam lá, é ou não é um amor? =)

Obrigada pela gatinha e pela fotografia.
Agora já posso babar a olhar para ela, até me cansar!  

P.S. Aceitam-se sugestões de nomes para a bichana, enquanto não me vem a inspiração.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Com alguma teimosia...

... determinação e certezas daquilo que quero, mesmo que outros não gostem, começo daqui a pouco um novo trabalho [que mesmo não sendo o dos meus sonhos, por agora serve].

To Do:


Obrigada às flores pela dica das coisas a não esquecer

terça-feira, 20 de abril de 2010

Santa Terrinha


Após dois dias dedicados à passar tempo de qualidade com a família, amanhã vou passear, sem qualquer peso na consciência.

Ainda tentei, mesmo que não tenha tido efeito... E agora posso respirar com um certo alívio e aproveitar, sozinha ou acompanhada!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Jantar queimado

Vai-se tentando. Com paciência, compreensão, diplomacia e respeito. Mas até quando? Falar para as paredes e saber que não se é escutada, de nada serve.

Chegou a vez de ser feito a minha vontade, à minha maneira.
Uns tomam as suas decisões. E eu a minha e sigo em frente de cabeça erguida. Não me irei arrepender, porque bem ou mal, a decisão é minha. E eu sei viver com ela e todas as consequências que daí podem vir.

Já chega! Assim, até um santo perde a paciência [e eu perdi a minha].

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Março

"Pra não dizer de novo e sempre a mesma coisa/Falar só por falar"


Ana Carolina - Quem de nós dois

A insônia deposita seus olhos lunares sobre mim
e diz um verso distante
com todo o oceano de permeio. E o trabalho,
as dúvidas, o grito claro da angústia,
a música desaparecida
da tua voz a me dizer alguma coisa, o tempo.

Março é chegado.
Tem uma força que me custa resistir.
Sou demasiado pequena,
frágil em meio às ondas.

Às vezes a morte parece tão próxima,
tudo tão subitamente fútil.
Às vezes espero.

Março. De olhos postos em mim.

Silvia Chueire